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2008/05/23

Petróleo caro, e agora?

Não existe política governamental que possa fazer algo contra o esgotamento da energia barata. Resta a energia cara. Qualquer barato será um artifício contabilístico em que alguém pagará pela diferença.

Neste campo, de todas as soluções, propostas e políticas energéticas preconizadas, existe algo de comum entre elas: quando o Estado Intervém, Regulamenta, Propõe, Favorece, Proíbe, Restringe, em suma interfere de toda e qualquer forma no mercado energético, traz sempre consequências adversas e efeitos secundários piores do que o pretenso malefício inicial que se propunha corrigir.

Que deixe portanto os consumidores comprar e os produtores produzir. Se os deixar trabalhar sem se intrometer naquilo que não é o seu negocio, o estado presta o melhor dos serviços.

2008/01/24

Renascido das cinzas



Depois de pouco mais de uma semana de diagnóstico de problemas aleatórios de hardware e reinstalações sucessivas, e forçado em virtude da conclusão de se tratar de um problema na memória a conviver temporariamente com um iBook G4 800MHz reduzido a uns alucinantes 128MB de memória (o que vos afianço, é tarefa para gerar um santo e que, garanto, me terá reservado um lugarzinho no Céu), eis que estou de volta à normalidade.

Agora, venha a francesinha!

2007/09/18

O Comite Nobel vai Pedir Desculpas de novo?


Aqui está o culpado da Subprime Crisis. Foi este bandido que andou a pregar pelo mundo fora que toda a gente e mais alguma tinha direito ao crédito, independentemente da sua capacidade de endividamento. A comunidade internacional, juntamente com a esquerda bem-pensante aplaudiu entusiasticamente. Agora, a mesma esquerda politicamente correcta e bem-pensante coloca a sanção moral sobre os credores, que "obrigaram" os particulares a endividarem-se para além daquilo que podiam.

Lembro-me também em 2005 ver os bancos serem criticados publicamente por Jorge Sampaio, pelo facto de não serem suficientemente ousados na concessão de crédito.

Agora toda a gente percebeu que era um princípio errado. Os usurários são os culpados pela crise. Os judeus que se cuidem, pois são os primeiros a ser enforcados.

2007/09/10

Pobre e Mal Agradecida

Fonte: Correio da Manhã

Zélia Santos, 75 anos
Inquilina, há 38 anos, na Rua D. Filipa de Lencastre, em Oeiras
Rendimento de 532,20 euros mensais

Um incêndio destruiu, em Dezembro do ano passado, parte da habitação de cinco assoalhadas, propriedade do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, cabendo ao organismo do Estado reparar o imóvel.

Mãe e filha confirmam que receberam da Segurança Social a opção de viverem temporariamente nos Olivais (Lisboa) ou em Albarraque (Sintra) mas consideram que tal solução não é viável

A família indignada afirma:
“Pago sempre a renda [5,47 euros] "
"sou obrigada a viver no meio do entulho"
"A minha mãe tem dificuldades de locomoção,(...) e o médico de família é de Oeiras”

2007/08/28

Com um tipo chamado David e outro chamado Adam, estavam à espera de quê?

Conheceram-se em 1750, David Hume tinha então 39 anos e Adam Smith 27, e permaneceram amigos íntimos até ao final da vida - Hume faleceu em 1776, Smith em 1790.

A maior parte dos meus leitores já compreendeu onde vai desembocar a minha tese.

Durante os 26 anos que conviveram desde 1750 até à morte de Hume em 1776, Hume e Smith frequentaram os mesmos círculos literários, viajaram juntos e, sobretudo, moveram continuamente influências um em favor do outro, quer com o objectivo de favorecerem as suas respectivas reputações literárias, quer com o objectivo de conseguirem posições públicas de relevo. Quando Smith publicou o seu primeiro livro, A Teoria dos Sentimentos Morais, foi Hume que preparou o terreno e assegurou a boa receptividade da obra, escrevendo depois a Smith orgulhoso do seu trabalho. A carta denota uma cumplicidade entre ambos que não seria de esperar nos padrões formais da época.

Esta forma isolada e protegida da sociedade de agir e de manipular influências é bem conhecida, e não é de estranhar que muitas das teses que defenderam, relativamente à religião ou ao individualismo como motor de uma economia de mercado, fossem posteriormente adoptadas sem reservas pelos ideólogos do neoliberalismo que lhe sucederam.

A minha tese é a de que Hume e Smith eram judeus na clandestinidade. Apesar da informação anterior, eu não me sinto ainda capaz de confirmar - e muito menos infirmar - esta tese. Porém, se a tese vier a ser confirmada, eles podem bem ter estado no centro do primeiro lobby judaico da era moderna, bem como terão estabelecido as bases sobre a qual os ideólogos judaicos do neoliberalismo explanaram as suas teses.

2007/07/03

SIDA

De entre os homens que utilizam preservativo, uma quantidade substancial são judeus. Não admira: desprovidos de parte da sua protecção peniana em tenra idade, os judeus sempre sofreram de ultra-sensibilidade fálica tornando o sexo num acto muito doloroso. Sem a distracção do sexo, os judeus puderam dedicar-se a outras artes mais nobres, o que lhes possibilitou prosperarem mesmo em ambientes muito hostis. Sendo humanos, ou algo aproximado, não puderam os judeus viver em paz sem resolverem este problema. Foi em sequência disso que um grupo de descendentes de judeus criou no século XVI o preservativo: um mecanismo que oferecia uma protecção fálica artificial compensando a protecção natural perdida em tenra idade. Durante os 3 séculos que se seguiram, os judeus, seus descendentes, amigos e conhecidos foram aperfeiçoando a técnica de produção de preservativos (de intestinos de animais até ao latex de hoje em dia).
Porém o grande problema mantinha-se para o macho judeu: a fêmea vista perante a perspectiva de ser penetrada por um objecto estranho, retraía-se, preferindo os machos de pila limpa, mesmo que de espécie diferente. A solução passava por forçar os machos de outra espécie, os tais que não sofriam de hiper-sensibilidade peniana, a também usar a camada extra: o preservativo. Foi neste contexto que os judeus criaram o vírus da sida, transmitido sexualmente. Como controlam os meios de comunicação social, conseguiram fazer passar a mensagem de que apenas usando o preservativo, os machos de todas as espécies se poderiam livrar de um vírus mortal. A minha teoria é que os judeus introduziram na sociedade o virus da sida. Inclusivamente estudos indicam que o primeiro macaco com o vírus HIV usava chapeu preto e barba comprida.
Sobre a utilização dupla do preservativo falarei num outro post.