Mostrar mensagens com a etiqueta erotismo despropositado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta erotismo despropositado. Mostrar todas as mensagens

2008/06/04

Maná

O depósito de uma estação de serviço na cidade do Fundão está a verter combustíveis para a rede de saneamento e águas pluviais, informou fonte da protecção civil municipal, que garante não haver riscos para a população.

Público Última Hora.
Risco? Qual risco? Tragam mas é os bidons.

2008/04/21

12,0% = 3,3%



Vamos ajudar o génio da bola a fazer contas?



Receita rápida para desmontar estes prospectos: desprezar o prospecto, passar a frente do texto, sossegar as hormonas, ir a ultima pagina, encontrar as letras pequenas, e multiplicar TANB por 80%.

2008/01/29

9 em cada 10 estrelas da política roubam ideias políticas ao MLS

Já não é novidade nenhuma que tudo o que é políticos de renome vem a este blog buscar ideias políticas, mas agora também vão procurar às moções que são chumbadas na nossa Assembleia Geral.

Hugo Garcia.

2007/09/03

Silêncio ensurdecedor

O do apoiante financeiro do CDS Jacinto Leite Capelo Rego sobre todo o affair PSD/Somague.

Ele que venha a público e que também ponha um vídeo no YouTube.

2007/06/20

Sonnet du Trou du Cul (2)

Tradução minha do soneto anteriormente postado


Escuro e enrugado tal um cravo cor púrpura
Respira humildemente agachado entre a espuma
Ainda humedecido de amor após a doce fuga
Nádegas brancas até ao âmago da sua orla

Filetes semelhantes a lágrimas leitosas
Choram sob o vento que os repele
Por entre pequenos coágulos de ruivas margas
Para enfim se perderem onde o declive os chama

O meu sonho conflui com a sua ventosa
A minha alma ciosa do coito material
Fá-lo rubro ninho de lágrimas e gemidos

É oliva desfalecida, e o afago tubular
É o orifício onde descende a pralina celeste
Canaã feminina no orvalhado recinto

2007/06/19

Sonnet du Trou du Cul



Obscur et froncé comme un œillet violet
Il respire, humblement tapi parmi la mousse
Humide encor d’amour qui suit la fuite douce
Des Fesses blanches jusqu’au cœur de son ourlet.

Des filaments pareils à des larmes de lait
Ont pleuré, sous le vent cruel qui les repousse,
À travers de petits caillots de marne rousse
Pour s’aller perdre où la pente les appelait.

Mon Rêve s’aboucha souvent à sa ventouse ;
Mon âme, du coït matériel jalouse,
En fit son larmier fauve et son nid de sanglots.

C’est l’olive pâmée, et la flûte caline ;
C’est le tube où descend la céleste praline :
Chanaan féminin dans les moiteurs enclos !


Albert Mérat, Arthur Rimbaud et Paul Verlaine