Eu não duvido que há detalhes sombrios na história do diploma do nosso Primeiro e a UnI; e não deixo de pensar sobre o timing entre ter rebentado a história do grau académico do PM (já circula há mais de 2 anos) e a decisão de encerrar a universidade
mas
- 3.8% de défice (mesmo com os 6.2% que não duvido terem sido inflacionados)
- a sua indiferença a greves e manifestações
- a sensação que transmite de ter um plano que é regulado não por uma agenda pessoal mas por uma nacional; uma certa 'ownership' do problema
- conseguir com aparente simplicidade um certo equilíbrio entre esquerda e direita, ainda que às vezes escolha o pior dos dois mundos (e.g. Ota...)
fez-me apreciar a entrevista e o discurso. Concluí que é um bom primeiro-ministro.
Às vezes sabe bem desabafar.