Voluntariamente exilada na capital do Império, toda a gente que me conhece sabe que morro de saudades da Invicta. Face às notícias que vão saindo, todavia, nem sei se me hei-de sentir aflita ou aliviada por estar longe.
Depois das brincadeiras de mau gosto, ainda para mais mal feitas, o site da Câmara Municipal do Porto deu agora para a perseguição pessoal ao estilo propagandista (via Blasfémias), no caso ao director adjunto do JN.
Não está em causa discutir a isenção, ou falta dela, do jornal. Está em causa a diferença de planos em que se move um órgão de comunicação privado e um órgão de comunicação público, pago com o dinheiro de todos nós. As obrigações de isenção não são as mesmas nos dois casos, e é isto que metade de Portugal (inclusivamente uma boa parte dos comentadores do artigo do site camarário) parece não compreender.
O vídeo, então, está de tarar. O único comentário que lhe faz jus é este:
(inzr, 2007/06/20 às 17:27)
É a primeira vez que visito este site, mas pelo que pude ver imagino que o do municipio de Pyongyang não seja muito diferente, aliás, o editor deve ser o mesmo.