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A decisão de rejeitar o nome de Mário Gomes Dias, auditor jurídico no Ministério da Administração Interna, provocou diferentes leituras junto dos vários magistrados ouvidos pelo PÚBLICO, que solicitaram, sem excepção, o anonimato.
Na opinião de alguns, Gomes Dias está há muitos anos afastado do dia-a-dia dos tribunais, desconhecendo a sua realidade e não se encontrando, por isso, em condições de aconselhar bem o procurador-geral e desempenhar o cargo com eficácia. A seu desfavor, apontam também algumas das posições que assumiu no exercício da sua actividade de auditor, e que consideram "conservadoras" e de "direita".
Público, com negritos meus.
Assim vai a
independência da magistratura.
4 comentários:
Eu tenho dúvidas sobre a veracidade da notícia. As fontes são anónimas e, por essa mesma razão, a notícia é inconfirmável.
Dito isto, se foi essa uma das razões que presidiu ao voto negativo dos magistrados, acho mal. Assim, como acho mal que se tenha criticado fortemente Noronha de Nascimento por ser de esquerda (vide o post no Portugal dos Pequeninos que, na altura, glosou com o assunto).
Só para clarificar:
As fontes não são anónimas. Pelo menos não é isso que é dito na notícia (alíás, mesmo no segmento transcrito). As fontes são identificadas, só que pediram o anonimato aos jornalistas do Público.
Caro João,
As opiniões são atribuídas a magistrados do MP. Tanto podem ser de magistrados como da jornalista como de qualquer outras pessoas. Nem sabemos se foi apenas um dos magistrados a veicular essa opinião ou se foram vários dos que votaram.
A notícia depende tão só da credibilidade da jornalista e do jornal. Credibilidade essa que é muito pouca ou nenhuma quando estamos a falar do tratamento dos assuntos de Justiça pelo Público.
Mas lá está: acredita quem quer. Não é a legitimidade do leitor que está em causa.
Como já fui enganado muitas vezes pelo Público em matéria de Justiça, não gosto de ser tomado por tolo.
"As opiniões são atribuídas a magistrados do MP. Tanto podem ser de magistrados como da jornalista como de qualquer outras pessoas. Nem sabemos se foi apenas um dos magistrados a veicular essa opinião ou se foram vários dos que votaram."
Point taken!
Como sabes não sou particular crente no mito da isenção e do rigor jornalistico. Acredito que este é construído à base de reputação e da rastreabilidade das notícias.
Sendo assim, a dica é inestimavel para contribuir para a minha opinião! ;-)
Abraço!
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