2006/08/30

Adivinha do dia

Quem é que escreveu isto:

Mas duvido que, nas actuais circunstências -- de fraco crescimento, elevada taxa de desemprego, e fácil deslocalização das empresas -- faça sentido propor um aumento de mais de 6% do salário mínimo, ainda por cima quando a inflação é reduzida e o crescimento da produtividade continua a ser decepcionante.
Por mim, continuo convencido de três coisas: (i) que os custos do trabalho são um factor considerável na nível de emprego (e desemprego); (ii) que mais vale ter um emprego menos bem remunerado do que não ter emprego nenhum; (iii) que é mais importante proporcionar mais empregos para quem os não tem do que aumentar substancialmente os salários de quem já os tem.
  1. Um perigoso neoliberal à solta na blogosfera lusa?
  2. O Manuel Monteiro no Manifesto NacionalistaConservador-Liberal?
  3. O presidente da CIP em resposta a um comunicado da CGTP?
  4. Um dos pais da nossa Constituição, a mesma que estabelece o "direito ao trabalho" e a obrigatoriedade de um "salário mínimo"?
A resposta segue nos comentários.

4 comentários:

JLP disse...

Resposta.

Francisco Miguel Pires disse...

calma, é só em certas e determinadas «circunstências»....

JB disse...

A medida que, quanto a mim, teria mais impacto na redução do desemprego a curto prazo seria a liberalização total dos contratos a termo certo. Seria uma medida que não afrontaria qualquer directiva da UE e que permitiria aos empresários reduzir consideravelmente os custos de contratação de trabalhadores.

Já tudo o que seja feito no sentido de aumentar o período experimental (como, por exemplo, o CPE) é péssimo, na medida em que o período experimental deixa de ser uma simples cláusula contratual, pela qual as partes concordam em que o trabalhador permaneça "à experiência" durante certo tempo, para passar a ser uma imposição do Estado. Como acontece, infelizmente, em Portugal.

Cirilo Marinho disse...

Estava a pensar no Carvalho da Silvaantes de ler a resposta.

Vistas bem as coisas, era demais.