Isto talvez chegue para dizer que a propriedade privada é sagrada. É de cada um, cada um lhe dará o valor que entender, ninguém tem nada com isso. Falar em “preços de mercado” para ajuizar do valor de uma coisa para quem a possui atenta contra a individualidade de cada um. Não temos esse direito. Dizer que a propriedade é sagrada não a torna um absoluto, nem necessariamente o direito mais essencial a defender. Mas é uma forma de dizer que, se não a defendermos apaixonadamente, intransigentemente, pomos em risco a civilização - e, de qualquer modo, deixamos de a merecer.
Tiago Mendes.
Da leitura da defesa apaixonada do
Tiago Mendes do teor
sagrado da propriedade, ficou-me uma dúvida de contexto: estava a falar da
propriedade de tipo 1 ou da propriedade de tipo 2?