Mostrar mensagens com a etiqueta até os comemos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta até os comemos. Mostrar todas as mensagens

2008/06/04

A quinta maior promessa para o FCP da próxima época

A promessa esquecida pelo João....

Jorge "Luvas" Pinto "o do Apito" da Costa


PS: Editei mas a verdade é que o Carlos tambem se esqueceu...

2007/06/21

O Ouro Renovável, ou o toque de Midas



No Jornal de Negócios hoje:

A forte procura de títulos da sua subsidiária [Martifer] deixa antever um elevado rateio e a venda das acções ao preço máximo do intervalo, pelo que os investidores estão a optar por medidas de recurso, como a entrada/reforço na Mota-Engil para estar exposto à Martifer. (...) "Não sendo possível satisfazer a procura directa, a Mota-Engil acaba por ser uma forma de antecipar a exposição à Martifer" (...) A OPS da Martifer arrancou no dia 11 de Junho e a adesão dos investidores tem sido bastante elevada, tendo já superado em 165 vezes a oferta (...).

Este apetite dos investidores pela Martifer é justificado pelo potencial de crescimento da empresa e, em especial, pela sua aposta nas energias renováveis. (...) "A operação deve realmente estar a despertar muito interesse junto dos investidores e obviamente uma forma de fazer a cobertura é através da Mota-Engil", referiu António Seladas, responsável pelo departamento de análise de acções do Millennium BCP Investimento.

A Mota-Engil controla 50% do capital da Martifer. Com o aumento de capital da sua subsidiária, baixará a sua posição para 37,5%. Tendo em conta a avaliação máxima da Martifer, de 800 milhões de euros, a posição da Mota-Engil na empresa ficará avaliada em quase 300 milhões, o que equivale a 19,5% da capitalização da empresa liderada por António Mota.
Vamos então a contas:

Martifer: 75.000.000 acções a 8,00 € cada
Valor da empresa: 600 M€

Mota-Engil: 204.600.000 acções a 7,62 € cada
Valor da empresa: 1.559 M€

600 x 0,375 / 1.559 = 0,1443. Ou seja 14,43 % do capital da ME é composto por acções da Martifer

A apreciação da Mota-Engil é consequência do forte rateio da OPS. Como os investidores não conseguem adquirir mais que 100 acções, preferem expor-se à Martifer através da Mota-Engil. Ao comprar uma acção da Mota-Engil, com o único propósito de se expor à apreciação da fracção da Martifer por ela detida, estão a fazê-lo numa parcela de 14,43%.

Assumindo que a Mota-Engil tem (excluindo Martifer) uma apreciação bolsista em linha com o psi-20. Para se expor a uma apreciação equivalente a 100 acções da Martifer, o investidor terá de comprar um número de acções da Mota-Engil equivalente a 100 / 0,1443 = 693 acções, o que custaria 5.281 €, para se expor à mesma apreciação que os 800€ que gastaria na OPV (assumindo um máximo de 100 acções a 8,00€.

Assim vai a febre do ouro renovável. Ou estas acções são muito boas, ou então alguém anda a descobrir petróleo de diamantes de novo.

2007/06/13

Os homeopatas também não gostam do caminho tomado pela Medicina

(...) De facto, a generalidade dos autores deste blog não se revê naquilo que a ciência económica se foi tornando: uma prática científica que sobrevaloriza o formalismo e subvaloriza a análise histórica e institucional concretas,(...)

Ricardo Paes Mamede, nos ladrões de bicicleta
Ricardo Paes Mamede ganhou o meu respeito. Porque não está a escrever para enganar ninguém. Não gosta da Economia analítica, que produz teorias com hipóteses, raciocínios, conclusões e previsões verificáveis. Não se revê na Economia moderna.

Pessoalmente gosto do caminho dado à Economia. De uma forma geral o caminho dado às ciências chamadas sociais. É um caminho que dá menos espaço à demagogia e à ideologia mascarada de ciência. Não a imuniza, claro, mas que ajuda, ajuda. Hoje em dia Marx não vingava, pelo menos como economista. Tal como não vingam os “Economistas de combate” apreciados pelos colegas do Nuno.

A mim estas discussões lembram da importância da ideologia, da moral e dos valores. Estão por cima e antes de qualquer conclusão de qualquer ciência. E também por isso não se devem nem misturar nem deixar cair em dependências de parte a parte. Já o escrevi antes e volto a escrever, mesmo que a liberdade originasse piores resultados económicos, escolho a liberdade a qualquer outro ideal.

PS: Nós por aqui linkamos artigos de blogs que preferem a igualdade à liberdade. Acreditamos que ganhamos na comparação....e claro...que não há nada como uma decisão bem informada e em liberdade.

Nota: Corrigido o nome do autor, humildes desculpas.

2007/05/23

As quatro maiores promessas para o FCP da nova época


Nuno "pagas-me em golos" Gomes


Rui "sopinha de pão" Costa


Fernando "inscrito na Ordem" Santos


Luís Filipe "trombone dourado" Vieira