2009/09/27

á fechar o período eleitoral

As pessoas têm tanto medo de retaliações que, ao pôr a cruzinha, não
arriscaram e votaram PS.

É o resumo efectivo da campanha.

2009/09/14

prós&contras: 10 pequenos partidos

- o POUS quer acabar com o desemprego
- o MEP quer que as pessoas sejam felizes
- o PND quer círculos uninominais
- o MMS quer acabar com a corrupção
- o PNR está contra o politicamente correcto e a insegurança, cuja raiz
está nos imigrantes
- o PTP quer jornalistas nos tribunais a fiscalizar os tempos de espera
dos processos e que as crianças tenham cuidado com a internet mas antes
passem o tempo a fazer contas em casa.
- o PPM quer valorizar a pessoa humana e um choque fiscal
- o FEH defende a aproximação da política às pessoas, incluindo uma
espécie de regicídio
- o MPV quer voltar a proibir o aborto


(as minhas maiores desculpas ao PCTP/MRPP. Quando comecei a ver o
debate, a interevnção de Garcia Pereira estava no fim).

das coisas nacionalizáveis

Há muita coisa que se pode nacionalizar. Não sabia era que o futebol era uma delas.

Suspeita-se que os estrategas do PS estejam neste preciso momento a procurar no programa do PSD palavras como "bola", "árbitro", "onze" ou "chuteiras". Se não encontrarem nada, suspeita-se que irão suspeitar que o PSD quer privatizar o futebol.

electric vehicles

"Carmakers are shifting towards electric vehicles. Policymakers must do their part, too"
(Economist, 5 de Setembro de 2009)

(via João Galamba, Simplex)

A minha questão é a seguinte: então não deveria ser ao contrário?
I.e., "Policymakers are shifting towards electric vehicles. Carmakers must do their part, too"

Que caso estranho este em que os policy-makers andam desfasados do mercado.

a ler

<a href="http://blasfemias.net/2009/09/14/os-comentarios/"
target=_new>Os Comentários</a>, por JCD

debate MFL/JS

Vi o debate apenas ontem à noite e tenho de confessar que há menos um
indeciso no eleitorado. Não sou eu.

Por pontos, por nenhuma ordem em especial e tentando ser o mais
imparcial possível:

- É abissal a diferença de postura entre José Sócrates (JS) e Manuela
Ferreira Leite (MFL): uma é estadista, outro acorda a pensar em
"medidinhas"; uma discute política de alto nível, outro distribui
rebuçados; muito pessoalmente, um é apoucado porque até chega a dar a
sensação de que nem percebe aquilo que diz, outra é excessivamente
confiante.

- a saída do "orfão" de MFL roça o mau gosto; mas ficou-lhe bem pela
espontaneidade e despreocupação com que diz estas coisas. MFL não quer
agradar a ninguém; JS só quer agradar.

- JS vinha preparado para discutir o programa do PSD. MFL vinha
preparada para responder às perguntas. Deu a sensação de que não se
preparou como se achasse (como disse ao principio) que a sua vida
politica, profissional e pessoal foi um treino para o que aí vem.

- Curiosamente, e não tinha pensado nisto até ler este post do Rodrigo
Adão da Fonseca no Jamais, o programa do PSD está a ser dos mais
analisados; já o do PS, à excepção da ridícula medida dos 200eur por
bebé e os TGVs, ninguem sabe muito bem o que lá anda. No fundo é
perigoso, e os outros partidos, particularmente o PSD, deveriam fazer
este trabalho.

- A resposta à questão da dupla candidatura de Alberto João Jardim
convenceu-me. De facto, quem dali sair primeiro ministro, não irá ocupar
um lugar de deputado. Já a questão de António Preto continua a ser uma
pedra no sapato.

- Muito francamente, não consigo ver MFL a fazer melhor na Educação.
Aliás, imgino-a altiva e arrogante, estoicamente ignorando tudo e todos
e com guerra civil à porta. Pior: MFL cultiva esta ideia de não ceder à
opinião pública até ao limite do irrazoável.

- Sócrates atacou, atacou, atacou; MFL não defendeu, limitou-se a
responder às perguntas e a esclarecer com a calma de quem não tem nada a
esconder. Diria mesmo: com a calma de de quem vê em JS (no mínimo) um
neto que não sabe o que diz nem o que faz.

- A questão, logo à partida do "nós não combinamos falar disso" (ou
coisa assim) teve muita piada.

- Desmistificou-se a privatização do SNS (em certa medida) e outras
inverdades. Curiosamente, MFL teve uma saída com a qual concordo: a
estratégia do PS parece ser a de criar FUD (Fear, Uncertanty and Doubt).
Qualquer coisa como "Tenham medo, muito medo, desta direita que quer
destruir o Estado Social e privatizar até as pedras da calçada."

- Quanto à questão das mudanças de opinião de MFL, há dois aspectos.
Efectivamente, MFL mudou de opinião e explicou que contextos diferentes
exigem medidas diferentes. É verdade, embora tenha soado a frágil. Em
segundo lugar, tive a clara sensação de que MFL iria dizer, a qualquer
momento, que não se respnsabilizava pelo governo de Durão Barroso. Quase
o fez, quando disse que "eu nunca fui primeira-ministra".

- Já a questão dos espanhois e do TGV foi uma surpresa para todos. A
julgar pelas reacções do outro lado da fronteira, a carapuça serviu. Já
quanto às portagens nas SCUTs, a explicação de que agora não adianta
nada não encheu.

- De forma geral, pareceu-me ter sido o confronto entre uma máquina
eleitoral e a espontaneidade. De um lado, uma senhora que tanto se lhe
dá como se lhe deu ser eleita; do outro, o desespero de alguém que vive
de votos e se alimenta de poder.

Sim, isto é o mais imparcial que consigo ser.

(também no Novo Rumo)

2009/08/13

teoria geral dos impostos

notas:
- em tempos de férias + sikky season, não há inspiração para mais
- texto recebido por email
- também noNovo Rumo


Taxes are complicated… So, tell them in terms they might understand,like beer drinking.

Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:

The first four men (the poorest) would pay nothing.
The fifth would pay $1.
The sixth would pay $3.
The seventh would pay $7.
The eighth would pay $12.
The ninth would pay $18.
The tenth man (the richest) would pay $59.

So, that’s what they decided to do. The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until one day, the owner threw them a curve. ’Since you are all such good customers, he said, ‘I’m going to reduce the cost of your daily beer by $20.

Drinks for the ten now cost just $80.

The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected. They would still drink for free. But what about the other six men – the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his ‘fair share?’ They realized that $20 divided by six is $3.33. But if they subtracted that from everybody’s share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer. So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man’s bill by roughly the same amount, and he proceeded to work out the amounts each should pay.

And so:

The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).
The sixth now paid $2 instead of $3 (33% savings).
The seventh now pay $5 instead of $7 (28% savings).
The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).
The ninth now paid $14 instead of $18 (22% savings).
The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).

Each of the six was better off than before. And the first four continued to drink for free. But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.

‘I only got a dollar out of the $20,’declared the sixth man. He pointed to the tenth man,’ but he got $10!’ ‘Yeah, that’s right,’ exclaimed the fifth man. ‘I only saved a dollar, too. It’s unfair that he got ten times more than I!’ ‘That’s true!!’ shouted the seventh man. ‘Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!’ Wait a minute,’ yelled the first four men in unison. ‘We didn’t get anything at all. The system exploits the poor!’

The nine men surrounded the tenth and beat him up. The next night the tenth man didn’t show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him. But when it came time to pay the bill, they discovered something important. They didn’t have enough money between all of them for even half of the bill!

And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works. The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction. Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore.

In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.

2009/08/02

novo blog: Novo Rumo



novo blog: Novo Rumo

(imagem com alguma liberdade criativa)

ADITAMENTO:
apenas um pormenor: o link para o novo blog... :)
Novo-Rumo: http://novo-rumo.blogs.sapo.pt/

2009/07/29

simplificação do sistema fiscal

Eu penso que da simplificação do sistema fiscal pode surgir algum
alívio fiscal para os cidadãos.
(Manuela Ferreira Leite)


Ela pensa isso e eu estou convencido disso. Claro que tudo depende do
que ela entende por simplificação e ficaria muito surpreendido se ela
defendesse o fim das taxas progressivas. Mas qualquer coisinha nesse
rumo já era muito bom.

Já agora, e ainda que não seja trivial, não é assim tão difícil explicar
que uma taxa única de IRS, baixinha, é bom para <i>todos</i>. É que, por
muito boas intenções que tenham as taxas progressivas (taxar os ricos
para redistribuir pelos pobres), elas não funcionam nesse sentido e
acabam por ter um efeito oposto. Há formas diferentes de conseguir a tão
almejada redistribuição (que defendo, embora não nos moldes usuais).

Um bom exemplo da perversidade das taxas progressivas está aqui
<http://oinsurgente.org/2009/07/28/progressividade-fiscal/>. Aposto que
muita gente se vai surpreender.

De qualquer forma, mais 2 ou 3 destas de Manuela Ferreira Leite e
mando-lhe um ramo de flores com um pedido de desculpas por este post
<http://small-brother.blogspot.com/2009/07/mediocridade-campanha-de-caracter.html>.

2009/07/28

duas verdades liberais

Hoje aprendi duas coisas ao ler O Afilhado:

(1) que o liberalismo é uma das "três grandes ideologias que obtêm a simpatia do eleitorado". Achei especial piada à parte em que, na mesma frase, se mistura "simpatia" e "liberalismo".
e que
(2) O liberalismo ou é económico (CD, PSD, PS) ou é social (PS, BE).

Vá mas é insultar a avozinha.

purga no BE?

Uma vez comunistas, para sempre comunistas.

Os militantes mais conhecidos da Política XXI, o grupo de
dissidentes do PCP que se juntou aos trotskistas e à
extrema-esquerda albanesa para fundar o BE, foram afastados das
listas de deputados às eleições para a Assembleia da República. O
caso mais conhecido é o de Daniel Oliveira, cujo afastamento se deu
após uma inflamada sessão de crítica e autocrítica ao melhor estilo
albanês.
(Câmara Corporativa, Miguel Abrantes
<http://corporacoes.blogspot.com/2009/07/o-pais-visto-de-bruxelas-1.html>)

coisas com piada

Tal como André Abrantes Amaral diz no Jamais, tem muita piada alguém no Simplex dizer que "o mais que o Estado pode fazer - e está longe de ser pouco - é criar condições que estimulem o emprego privado".

Back to the Future

The current economic crisis has highlighted, for the unbiased observer, the obvious threats posed to a small, peripheral country, which dreamt, one day, of becoming a major player among the European sharks.

At the present time, and with the available info, I’d like to state with proper emphasis, that it is recognisable a major trend on the Portuguese evolution, mainly on economic grounds.

Some other day, I was stating that this particular environment requires some knowledge in several human interaction fields, such as history, psychology, even sociology. Why? Because no single expert will be able to explain the full extent of measures and events that will take place.

So, forwarding the facts:

1. The current balance deficit, in addiction to the major institutions and families’ debt, clearly show that the republic is becoming default prone (over 200% growth predicted for the year).

2. The short term debt is growing faster than the capacity to repay loans interest (7.3B in the last 6 moths).

3. The current Portuguese rating is obviously misjudged, hidden by the more expansive policies from both the US and UK, only to be adjusted on the day before the first auction failure (remember Lehmann Bros).

4. The monetary option (entering the euro) confirmed that the state burden on the real economy and overall lack of competitiveness removed any chance of survival without severe measures, including massive layoffs and pay cuts (in Iceland, this meant a plunge in living standards of 20 to 50%).

5. The unemployment rate is soaring into an historical rioting level, nearing 2 digits. To the obvious excess of government spending, this adds the radical loss of tax revenues (21% in the last 2 quarters).

This probably makes the independent minds reach a wide consensus in the conclusions. We won’t make it without some sort of UE bailout.

In my view, that trend means that all financial institutions as well as the republic it self will collapse. Like I said earlier, you’ll have to study in order to predict or at least understand the multiple (and uncontrollable) reactions to these striking events.

It would be wise not to get fooled by the fireworks politicians use, both in difficult times, and when nearing general elections.

Since I found the mindset to write so many words, I’d like to advise you to read a lot, to be wary and to find a way to secure both assets and goods. Prepare for the worst, but hope for the best.

It’s not that knowledge or compassion should stop at the state boundaries. It’s just that we are in an awful shape. So now you can’t say you haven’t been warned.

2009/07/27

momento pacheco pereira (II)

Hoje deu-me para isto.

Acabei de ver no rodapé (que, no fundo, não roda nem pé, mas sobe) da
RTP1, no telejornal, memso antes da piscadela marota do fulano, isto (de
memória):

linha 1: Tráfego decuplicou
linha 2: Zeinal Bava atribui ao programa e-escolas

Já agora, eu não tenho dados sobre Portugal, mas, mais uma vez de
memória, o tráfego a nível mundial tem crescido (no máximo) a 100%/ano
(dizem que é 60%). Mesmo dando de barato os 10x: quanto a ser
consequência do e-escolas, não me insultem.

Brujas 2 : Nos-las-hay 0

momento pacheco pereira

Já estou a ver o telejornal da rtp1 há 35 minutos. E tenho de confessar
que mais parece campanha do PS.

alinhamento, por memoria
- o milhão de computadores e-escola, com o Zeinal Bava a passar a ideia
de que foi por causa disso que o tráfego da Internet decuplicou
(recuso-me a acredita, sequer, que tenha decuplicado)
- campus industrial em setúbal, da antiga Renault, que há 10 anos estava
desocupado mas agora já tem 6 empresas, incluindo uma qualquer que vende
peças à Boeing
- depois a camapnha de António Costa com os buzinões a Santana Lopes (!)
- agora que Sócrates foi à net conversar com bloggers

Mas eu nao acredito em brujas, atenção.

2009/07/26

mediocridade, campanha de carácter, afinações

Parece-me compreensivel a falta de programa do PSD até agora. É que, dentro da mediocridade da política portuguesa, Manuela não tem nada de realmente novo para propor. É, essencialmente, mais do mesmo. As contas públicas são um bom exemplo da falta de assunto: MFL, no poder, faria exactamente a mesma coisa, salvo TGVs e PMEs.

Mas convenhamos: é tudo a mesma coisa. São duas personalidades que já estiveram no poder, já se sabe o que pensam, e mais 2% de segurança privada menos 2 biliões em pontes sobre o Tejo, é sempre a mesma coisa.

São eternos governos de microgestão que acham que, no essencial, Portugal até está "benzinho", restando apenas afinar.

Aliás, dentro desta mediocridade, Sócrates até foi um bom primeiro-ministro: pôs o défice bem abaixo dos 3% (a questão do défice em 2009 não colhe, como o PR disse na Áustria), quase criou 150 000 empregos, está alinhadíssimo com a Europa (fez o que todos os governos europeus fizeram em relação à crise, impulsionou o Tratado de Lisboa), atirou dinheiro para cima de pobres (estatisticamente, e nada mais, reduzindo a pobreza), reduziu listas de espera em hospitais e fez efectivo enforcement da regra 1:2 na contratação pública. Finalmente, na educação aproximou-se de algo que se pode já chamar de reforma. Correu mal, mas não só merece louvores como é preciso reconhecer que apenas a firmeza de um Sócrates com síndrome de Narciso poderia aguentar 4 anos de manifestações, Carvalhos da Silva e FNEs.

Que fique claro que nao estou a fazer um elogio a Sócrates; a defender um ou outro, falo-ia primeiro a Manuela, até porque tenho tendencia para votar à direita.

Para outro exemplo: alguém acredita que Sócrates ou Manuela vão mudar os pilares da Justiça? Não vão, vão apenas criar novos mapas judiciais, abrir mais vagas para juízes, promover o uso da pulseira electrónica em vez de prisão preventiva, etc. Nada de realmente novo, apenas ajustes.

É dentro desta perspectiva que a campanha se vai centrar em questões de carácter. Não há mais nada para discutir. Quem é que precisa de programas para isto? Manuela sabe isso e disse-o, o que só lhe dá credibilidade, paradoxalmente. É infeliz, mas valha-nos a honestidade.

Uma é merceeira, o outro é Narciso. Os religiosos votam em Sócrates, os poupadinhos votam em Manuela. Ou seja, a questão é escolher o menos mau e o que inspira mais confiança em termos de confiança política e coerência de execução de políticas medíocres. E aqui dou uns pozinhos adicionais a Manuela que me parece que veste a camisola da selecção e não quer mais nada do que deixar a sua marca num país melhor(zinho).

E depois queixem-se que o BE consolidou os dois dígitos. Ao fim de 30 anos de ténis em terra batida, a ver a bola andar de um lado para o outro, as pessoas vão ao bar e já não saem de lá.

2009/07/25

aposto que é socialista

2009/07/24

comparações simplexes

No simplex comparou-se 'empregos criados pelo PS' com 'empregos destruidos pelo PSD'.

Para a semana, comparar-se-á 'número de óbitos no governo PSD' com 'número de recem-nascidos no governo PS'.

jamais simplex

nota aos queixinhas: a ordem do titulo é alfabetica e nao pressupõe nenhum tipo de favorecimento. Nao me metam no fogo cruzado pq eu estou noutra.


Nao sei se é de mim; mas esta campanha está interessantíssima. O debate está muito saudável e construtivo, ainda com os inevitáveis papismos, infantilidades e corninhos (de parte a parte).

Da minha parte, fico à espera de um "SIMmais..." que malhe* nos dois.



*(c) Augusto Santos Silva

2009/07/23

a campanha do nada do PSD

Ainda que "ninguém" leia os calhamaços dos programas dos partidos, não é
aceitável que o PSD contribua para essa situação. O programa haveria de
sair até ao fim do mês. Ainda que "ninguém" os leia, há quem leia por
nós (e.g., os outros partidos ou a comunicação social) e há quem o venha
discutir. Faz parte do jogo. E do jogo faz também parte dar tempo para
que os agentes sociais discutam esse programa. Três semanas pode não ser
suficiente e a campanha já começou.

Uma coisa é não contribuir para um circo eleitoral; outra é uma campanha
do nada em que nada se discute a não ser as propostas do PS.